domingo, 30 de novembro de 2008

Parabéns!!!!! [Houve centenas e centenas de balões :P]







- Os ingredientes para o jantar -




Hoje a Catarina faz anos. Parabéns para ela :)

[Ontem foi o jantar. A ementa foi esparguete à Bolonhesa, preparada por mim.
Chegou a uma altura em que havia pessoas estranhas na nossa casa, porque também havia festa na casa ao lado e as portas estavam abertas. No comments :P]

sábado, 29 de novembro de 2008

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Semafor party











Ontem foi a festa do semáforo no habitual bar das quintas-feiras, o Compañeros. A regra era ir vestido segundo as cores do semáforo, que significavam:

Vermelho - Podes olhar mas não podes tocar
Amarelo - O meu namorado\a não está na cidade
Verde - estou livre para conhecer novas pessoas

Escusado será dizer que a maioria das pessoas estava de vermelho, duas ou três de verde e um cromo ou dois de amarelo :p

[Eu ia de cor-de-rosa e preto. Nada melhor do que pôr as mentes a funcionar]

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Sarajevo: uma cidade que a guerra tornou mais triste







Uma mesquita muçulmana



O quarto de hotel







A ponte onde o arquiduque da Áustria, Francisco Fernando, foi assassinado, em 1917



O tal "kebab qualquer-coisa"



O mapa das invasões Sérvias à cidade de Sarajevo





A igreja Ortodoxa



No passado fim-de-semana as moças eslovenas foram a Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina, uma viagem de três dias com o pessoal Erasmus que se revelou fantástica.
Estando habituadas a cidades bonitinhas como Ljubljana, Veneza ou mesmo as cidades portuguesas, ficámos surpreendidas com Sarajevo. Passados dez anos sobre o fim da guerra com a Sérvia, a cidade ainda guarda muitos vestígios de destruição. Os prédios têm as marcas dos bombardeamentos, as pessoas têm rostos tristes, as ruas estão desorganizadas, confusas, barulhentas, além de que existem imensos cemitérios espalhados pela cidade. Sarajevo parece que parou na década de noventa, desistindo de reconstruir aquilo que foi destruído.
A mistura de etnias e religiões que despoletou o conflito ainda existe: é fácil depararmos-nos com mulheres muçulmanas que vão rezar à mesquita (bem como amostras da sua cultura), misturadas com cristãos e ortodoxos, mas que vivem, finalmente, em paz. O sistema politico da Bósnia é actualmente composto por três governos que representam as três etnias existentes (ortodoxos, cristãos e muçulmanos), governando de forma rotativa. Mas o general Tito, antigo presidente da Jugoslávia, ainda está muito presente na memória das pessoas (há imensos calendários com a sua cara).
Apesar das pessoas terem o sofrimento da guerra estampado no rosto, orgulham-se do seu país e da sua cultura (uma rapariga veio ter connosco a perguntar de onde éramos, e o que achávamos de Sarajevo). Mas, apesar disso, nota-se que há muitas pessoas que olham com desconfiança e estranheza para os estrangeiros. Talvez seja uma forma de defesa.
Bem, agora os detalhes cómicos, típicos de uma viagem com pessoal Erasmus:

- A começar, o nome do hotel onde ficámos: Banana City (os quartos tinham fotos de bananas – nem vale a pena comentar as sessões fotográficas que se fizeram lá)
- “Aquilo custa 10 quilómetros” - by Jimmy (isto porque marco, a moeda da Bósnia, escreve-se KM)
- A comida típica de lá é composta basicamente por pão, rolinhos de carne e cebola (chama-se kebab qualquer coisa)
- A higiene não é o forte dos Bósnios (vimos isso na forma como eles servem as refeições no hotel; tudo é feito de forma bastante básica)
- Tivenos de regatear o preço com o taxista (no mesmo caminho pagámos preços diferentes)
- Fez um frio imenso e nevou (era impossível andar na rua) “É pá, espera lá que eu quero comprar pins, vou começar a fazer a colecção agora”, by Maria - isto quando estávamos a congelar e mortinhos para ir para o hotel
- Os mendigos têm uma forma original de pedir dinheiro na rua (e bastante triste, no fundo): um rapazito dançava a musica da Madonna, “give it to me”, com um rádio

No fundo, Sarajevo ficou bem mais colorida com a presença dos Erasmus (aposto que não haverá por lá muita gente a brincar com a neve, a conversar e a rir nas ruas – sim, os sorrisos são olhados com desconfiança). Aqui ficam algumas fotos.

Veneza













Chegámos a Veneza e esquecemos o inverno que se faz sentir em Ljubljana. Descemos a escadaria da estação de comboios e vimos um rio à nossa frente, com casas cheias de pedaços de histórias.
Parecia que estávamos em Portugal, com o seu clima mediterrâneo, e nem o frio tornou Veneza mais feia.

Detalhes insólitos:

- Malas Prada, Gucci ou Dolce & Gabbana a serem vendidas à beira-rio (mas eram originais, atenção :P
- Viagens de comboio absolutamente secantes (viajámos de noite), com pessoal a ressonar, raparigas a falarem pelos cotovelos, dores nas costas e sistemas de ventilação estúpidos
- O pagamento de 1 euro para ir a uma casa de banho pública (vá, mas lá dentro estão limpinhas)
- Frase do dia: “O quê, não é preciso mapa” - isto apesar de estarmos perdidos no meio da enchente de pessoas que é Veneza (autoria: Débora, só podia)
- O facto de os pombos na Praça de S.Marcos serem assassinos devoradores (podem ver pela foto)
- O facto estarmos na sala de espera na estação a vermos o canal Rai Uno e percebermos muitas coisas em italiano (finalmente uma língua compreensível, longe da salganhada que é o esloveno)

Pronto, Veneza é uma cidade de sonho, mas só em dias de sol. Com chuva deve ser o caos. Há turistas por todo o lado, as ruas podem tornar-se num labirinto. Embora seja a cidade romântica por excelência, nós de certeza que não passaríamos lá a lua-de-mel :P

[Nota mental: Post deveras atrasado, mas as moças eslovenas têm uma vida muito dura, o que é que pensam? :P]

domingo, 9 de novembro de 2008

8.11.08 - Maribor e Cleje

Krof - o donut esloveno


Maribor


Maribor - no museu da vinha mais antiga do mundo


Maribor - junto ao rio Drava


Maribor - rio Drava