quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Veneza













Chegámos a Veneza e esquecemos o inverno que se faz sentir em Ljubljana. Descemos a escadaria da estação de comboios e vimos um rio à nossa frente, com casas cheias de pedaços de histórias.
Parecia que estávamos em Portugal, com o seu clima mediterrâneo, e nem o frio tornou Veneza mais feia.

Detalhes insólitos:

- Malas Prada, Gucci ou Dolce & Gabbana a serem vendidas à beira-rio (mas eram originais, atenção :P
- Viagens de comboio absolutamente secantes (viajámos de noite), com pessoal a ressonar, raparigas a falarem pelos cotovelos, dores nas costas e sistemas de ventilação estúpidos
- O pagamento de 1 euro para ir a uma casa de banho pública (vá, mas lá dentro estão limpinhas)
- Frase do dia: “O quê, não é preciso mapa” - isto apesar de estarmos perdidos no meio da enchente de pessoas que é Veneza (autoria: Débora, só podia)
- O facto de os pombos na Praça de S.Marcos serem assassinos devoradores (podem ver pela foto)
- O facto estarmos na sala de espera na estação a vermos o canal Rai Uno e percebermos muitas coisas em italiano (finalmente uma língua compreensível, longe da salganhada que é o esloveno)

Pronto, Veneza é uma cidade de sonho, mas só em dias de sol. Com chuva deve ser o caos. Há turistas por todo o lado, as ruas podem tornar-se num labirinto. Embora seja a cidade romântica por excelência, nós de certeza que não passaríamos lá a lua-de-mel :P

[Nota mental: Post deveras atrasado, mas as moças eslovenas têm uma vida muito dura, o que é que pensam? :P]

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